segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Jack Nicholson

"Se vou a um museu, por exemplo, as pessoa não olham para o quadro do Van Goh. Olham para mim. Isso ofende minha sensibilidade estética."

Do ator Jack Nicholson, sobre os aspectos da fama que o incomodam, em entrevista ao "El Pais".

Extraido do jornal Metro - 25/02/08

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

O mercador de Veneza - Gratis - Internet

Está disponivel na internet o livro: O mercador de Veneza de Shakespeare.

Acesse: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000094.pdf

Beccaria


"Um dos maiores travões aos delitos não é a crueldade das penas, mas a sua infalibilidade (...) A certeza de um castigo, mesmo moderado, causará sempre impressão mais intensa que o temor de outro mais severo, aliado à esperança de impunidade."

Cesare Beccaria

Livros - Direito - Torricelli - 3o. Semestre

Neste semestre, se não houver mudanças, teremos que ler os seguintes livros:

DOS DELITOS E DAS PENAS(Beccaria) e O MERCADOR DE VENEZA (Shakespeare ).

Se alguem tiver algum link para conseguir estes livros na internet enviem para que eu divulgue.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Frase

"Se um carvalho de 30m de altura tivesse a mente de um ser humano, cresceria apenas 3m."

T. Harv Eker

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Solidariedade

Não gosto de receber e-mails indesejados e os famigerados spans, correntes e etc. Mas o e-mail que coloco abaixo tem uma historia tão legal que resolvi compartilha-la com os amigos que frequentam este blog.

Sem palavras...
No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem por toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para uma escola comum.Num jantar de beneficiência de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes. Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou:"Onde está a perfeição no meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição?Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem.
Meu filho não se pode lembrar de fatos e números como as outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?"Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai, mas ele continuou:"Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança."Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam jogando beisebol. Pedro perguntou-me: - Pai, você acha que eles me deixariam jogar? Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria na equipe. Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros da equipe e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse: - Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava. Acho que ele pode entrar na nossa equipe e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino.Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar. No final da oitava rodada, a equipe de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três. No final da nona rodada, a equipe de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar. Uma questão, porém, veio à minha mente: a equipe deixaria Pedro, de fato, rebater nesta circunstância e jogar fora a possibilidade de ganhar o jogo? Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro. Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão. Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater.Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e perdeu. Um dos companheiros da equipe de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador. O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro.Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro da equipe balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador. O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base.Então todo o mundo começou a gritar: Pedro, corre para a primeira base, corre para a primeira. Nunca na sua vida ele tinha corrido... mas saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador. Assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. Todo o mundo gritou: Corre para a segunda, corre para a segunda base. Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direcção de terceira base e todos gritaram: Corre para a terceira. Ambas as equipes correram atrás dele gritando: Pedro, corre para a base principal. Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para a equipe dele.""Naquele dia," disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"O fato é verdadeiro e ao mesmo tempo causa-nos tanta estranheza!
Entretanto, há pessoas que enviam mil piadas por e-mail e elas espalham-se como fogo, mas, quando enviamos mensagens sobre algo de bom, as pessoas pensam duas vezes antes de compartilhá-las. É preocupante que coisas grotescas, vulgares e obscenas cruzem livremente o ciberespaço.
Envie esta linda e verdadeira história. Todos precisamos parar por alguns momentos para pensar naquilo que é realmente importante na vida. A amizade e a solidariedade nunca passarão de moda.
Basta querermos!

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Livros que li e gostei!

De formar clara e objetiva o Pastor Josué Gonçalves em seu livro “23 atitudes para revolucionar o seu casamento." relata algumas atitudes e sugere algumas mudanças de comportamento entre o casal que adotadas podem fazer uma mudança significativa na vida familiar.

O autor enriquece seu livro ao utilizar a Bíblia, sem distorcê-la, mas para aplicá-la de forma pratica em nosso dia-a-dia, cita também alguns pensadores, alem de utilizar do recurso da poesia como ferramenta educativa.

Gostei muito.





Livros que li e gostei!

Neste espaço vou comentar alguns livros que li e que me trouxeram algo diferente e enriquecedor. Lembro que são opiniões pessoais que podem e devem ser discutidas pelos navegantes deste blog.

Se alguém tiver alguma dica de livros que leu e que gostou enviem para que sejam publicadas e compartilhadas com os demais navegantes.

Frase

"Se não gosta do que está colhendo, olhe para trás

e veja o que você semeou. As pessoas com as

quais convivemos sempre projetam algo

de nós mesmos."


Pastor Josué Gonçalves




Exame da O.A.B.

Mais uma vez surge na mídia a discussão sobre a constitucionalidade do exame de
ordem.

Quero saber a sua opinião!

Vote na nova pesquisa.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

De volta

Depois de longas férias do blog estou de volta. Criticas, dúvidas e sugestões serão bem vindas!

Esta semana colocarei algumas novidades.

Aguardem!

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Orkut

Criei um perfil no Orkut principalmente para participar do grupo da faculdade.

Mas tenho recebido vários vírus através do Orkut.

Estou pensando seriamente em cancelar o meu perfil.

Alguém mais está enfrentando este problema?

Torricelli - Provas

Para não passar em branco.

Em dia de prova não é dia para se marcar festa.

Sei que nem todos concordam, mas nos dois últimos semestres repetiu-se o mesmo fato.

Última prova do semestre e festa no mesmo dia.

Bagunça, barulho, apitos e rojões.

Apitos dentro e fora da faculdade.

Como se concentrar?

Creio que é no mínimo uma falta de respeito com os alunos que estão fazendo a prova.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Jornal Nacional

Você tem ideia de como é produzido o Jornal Nacional?

No final de 2005 uma matéria publicada na revista Carta Capital
http://www.cartacapital.com.br/ sobre o Jornal Nacional causou polémica, mas hoje ninguém lembra mais do fato.

Para refrescar a nossa memória e também como desculpa para recomendar o sitio: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/ e o excelente Programa de Televisão da TV Cultura: "O Observatório de Imprensa" segue a matéria que foi publicada na revista Carta Capital e que também está disponível no sitio do Observatório.

Leiam, reflictam e comentem.


JORNAL NACIONALLaurindo Lalo Leal Filho
em 6/12/2005
"De Bonner Para Homer", copyright Carta Capital, 5/12/05


"Perplexidade no ar. Um grupo de professores da USP está reunido em torno da mesa onde o apresentador de tevê William Bonner realiza a reunião de pauta matutina do Jornal Nacional, na quarta-feira, 23 de novembro.
Alguns custam a acreditar no que vêem e ouvem. A escolha dos principais assuntos a serem transmitidos para milhões de pessoas em todo o Brasil, dali a algumas horas, é feita superficialmente, quase sem discussão.
Os professores estão lá a convite da Rede Globo para conhecer um pouco do funcionamento do Jornal Nacional e algumas das instalações da empresa no Rio de Janeiro. São nove, de diferentes faculdades e foram convidados por terem dado palestras num curso de telejornalismo promovido pela emissora juntamente com a Escola de Comunicações e Artes da USP. Chegaram ao Rio no meio da manhã e do Santos Dumont uma van os levou ao Jardim Botânico.
A conversa com o apresentador, que é também editor-chefe do jornal, começa um pouco antes da reunião de pauta, ainda de pé numa ante-sala bem suprida de doces, salgados, sucos e café. E sua primeira informação viria a se tornar referência para todas as conversas seguintes. Depois de um simpático ‘bom-dia’, Bonner informa sobre uma pesquisa realizada pela Globo que identificou o perfil do telespectador médio do Jornal Nacional. Constatou-se que ele tem muita dificuldade para entender notícias complexas e pouca familiaridade com siglas como BNDES, por exemplo. Na redação, foi apelidado de Homer Simpson. Trata-se do simpático mas obtuso personagem dos Simpsons, uma das séries estadunidenses de maior sucesso na televisão em todo o mundo. Pai da família Simpson, Homer adora ficar no sofá, comendo rosquinhas e bebendo cerveja. É preguiçoso e tem o raciocínio lento.
A explicação inicial seria mais do que necessária. Daí para a frente o nome mais citado pelo editor-chefe do Jornal Nacional é o do senhor Simpson. ‘Essa o Homer não vai entender’, diz Bonner, com convicção, antes de rifar uma reportagem que, segundo ele, o telespectador brasileiro médio não compreenderia.
Mal-estar entre alguns professores. Dada a linha condutora dos trabalhos - atender ao Homer -, passa-se à reunião para discutir a pauta do dia. Na cabeceira, o editor-chefe; nas laterais, alguns jornalistas responsáveis por determinadas editorias e pela produção do jornal; e na tela instalada numa das paredes, imagens das redações de Nova York, Brasília, São Paulo e Belo Horizonte, com os seus representantes. Outras cidades também suprem o JN de notícias (Pequim, Porto Alegre, Roma), mas elas não entram nessa conversa eletrônica. E, num círculo maior, ainda ao redor da mesa, os professores convidados. É a teleconferência diária, acompanhada de perto pelos visitantes.
Todos recebem, por escrito, uma breve descrição dos temas oferecidos pelas ‘praças’ (cidades onde se produzem reportagens para o jornal) que são analisados pelo editor-chefe. Esse resumo é transmitido logo cedo para o Rio e depois, na reunião, cada editor tenta explicar e defender as ofertas, mas eles não vão muito além do que está no papel. Ninguém contraria o chefe.
A primeira reportagem oferecida pela ‘praça’ de Nova York trata da venda de óleo para calefação a baixo custo feita por uma empresa de petróleo da Venezuela para famílias pobres do estado de Massachusetts. O resumo da ‘oferta’ jornalística informa que a empresa venezuelana, ‘que tem 14 mil postos de gasolina nos Estados Unidos, separou 45 milhões de litros de combustível’ para serem ‘vendidos em parcerias com ONGs locais a preços 40% mais baixos do que os praticados no mercado americano’. Uma notícia de impacto social e político.
O editor-chefe do Jornal Nacional apenas pergunta se os jornalistas têm a posição do governo dos Estados Unidos antes de, rapidamente, dizer que considera a notícia imprópria para o jornal.
E segue em frente.
Na seqüência, entre uma imitação do presidente Lula e da fala de um argentino, passa a defender com grande empolgação uma matéria oferecida pela ‘praça’ de Belo Horizonte. Em Contagem, um juiz estava determinando a soltura de presos por falta de condições carcerárias. A argumentação do editor-chefe é sobre o perigo de criminosos voltarem às ruas. ‘Esse juiz é um louco’, chega a dizer, indignado. Nenhuma palavra sobre os motivos que levaram o magistrado a tomar essa medida e, muito menos, sobre a situação dos presídios no Brasil. A defesa da matéria é em cima do medo, sentimento que se espalha pelo País e rende preciosos pontos de audiência.
Sobre a greve dos peritos do INSS, que completava um mês - matéria oferecida por São Paulo -, o comentário gira em torno dos prejuízos causados ao órgão. ‘Quantos segurados já poderiam ter voltado ao trabalho e, sem perícia, continuam onerando o INSS’, ouve-se. E sobre os grevistas? Nada.
De Brasília é oferecida uma reportagem sobre ‘a importância do superávit fiscal para reduzir a dívida pública’. Um dos visitantes, o professor Gilson Schwartz, observou como a argumentação da proponente obedecia aos cânones econômicos ortodoxos e ressaltou a falta de visões alternativas no noticiário global.
Encerrada a reunião segue-se um tour pelas áreas técnica e jornalística, com a inevitável parada em torno da bancada onde o editor-chefe senta-se diariamente ao lado da esposa para falar ao Brasil. A visita inclui a passagem diante da tela do computador em que os índices de audiência chegam em tempo real. Líder eterna, a Globo pela manhã é assediada pelo Chaves mexicano, transmitido pelo SBT. Pelo menos é o que dizem os números do Ibope.
E no almoço, antes da sobremesa, chega o espelho do Jornal Nacional daquela noite (no jargão, espelho é a previsão das reportagens a serem transmitidas, relacionadas pela ordem de entrada e com a respectiva duração). Nenhuma grande novidade. A matéria dos presos libertados pelo juiz de Contagem abriria o jornal. E o óleo barato do Chávez venezuelano foi para o limbo.
Diante de saborosas tortas e antes de seguirem para o Projac - o centro de produções de novelas, seriados e programas de auditório da Globo em Jacarepaguá - os professores continuam ouvindo inúmeras referências ao Homer. A mesa é comprida e em torno dela notam-se alguns olhares constrangidos. * Sociólogo e jornalista, professor da Escola de Comunicações e Artes da USP"

Enquete

Na opinião dos blogueiros a constituição será alterada e o nosso Presidente terá um terceiro mandato.

No ar uma nova enquete.

De volta.

Depois de uma semana conturbada com provas, problemas, problemas e provas, vamos recarregar as baterias para o próximo ano e continuar as atividades deste blog com as nossas dicas, criticas e novidades.

Primeira dica vem da advogada em construção Andrea Rinaldi:

O blog do, como ele mesmo se define, poeta e prosador Jorge da Cunha Lima:

http://blogjorgedacunhalima2.blig.ig.com.br/

Em seu blog você encontra dicas de livros, criticas de filmes e muita informação.

domingo, 2 de dezembro de 2007

Corinthians - Tragédia anunciada!


Um clube sem planejamento, sem Presidente. Com um time que só tinha um craque, Felipe, várias promessas, um ex-jogador e um ex-técnico, não poderia obter melhor resultado.

Rebaixado vergonhosamente para a segunda divisão.

Da mesma forma que o palm..(me recuso escrever o nome deste time) quando foi rebaixado o Corinthians dependia somente dele. Toma um gol bobo de falta antes de começar o jogo, empata e não reage, em vez de jogar bola, vira torcedor do Inter.

Uma vergonha! Espero que a torcida responsabilize as pessoas certas: Kia e Dualib.

Que nenhum torcedor queira imitar o Capitão Nascimento e tentar fazer justiça com as próprias mãos. Violência não leva a nada.

Vamos torcer e acreditar que ano que vem o Corinthians ganhe a Copa do Brasil e a serie b.


O que mais irrita os adversários é que o Corintiano acredita sempre e não desiste nunca.

Vamos continuar assim! TIIIIMMMAAAAAOOOOO!!!!!!! EEEEEOOO!!!!! TIIIIMAAAAO

EEEEEEEOOOOO!!!!!!!!!!!

sábado, 1 de dezembro de 2007

Maquina com preservativos? E a qualidade de ensino? Não é mais importante?

Li a notícia que o governo pretende colocar maquinas com preservativos, como aquelas de refrigerante, nos pátios de nossas escolas públicas.

Com a desculpa de ser uma política de saúde pública, sendo uma medida de prevenção contra as DSTs, esta atitude é um incentivo para que nossas crianças e adolescentes comecem mais cedo a fazer sexo.

Em vez de o nosso governo estar preocupado em melhorar o nível de educação, melhorar a suas instalações, preparar melhor os nossos professores, quer incentivar, não ao jovem ler e estudar, e sim que os jovens façam sexo com "segurança".

Isto é um absurdo! Como pai não fui consultado e manifesto aqui o meu protesto.

Porque não utilizar esta verba para melhorar o nível salarial de nossos professores? Não seria um dinheiro melhor aplicado?

Qual o interesse de que os nossos jovens comecem sua vida sexual cada vez mais cedo? Será que não existem outros interesses por de trás desta medida? Interesses econômicos?

Vivemos uma época em que tenho a impressão que não podemos manifestar qualquer opinião sobre determinados assuntos, principalmente os que envolvem a sexualidade. Parece que temos que aceitar tudo passivamente.

Em vez de valorizarmos a família, o casamento. Valorizamos a promiscuidade, o sexo sem amor, o sexo como uma coisa tão banal como o prazer de tomar um refrigerante.

Depois reclamamos, ficamos abismados com as noticias de crianças engravidando e adolescentes que não estavam psicologicamente maduras para ter filhos, jogando a sua prole em rios, córregos. Jogando uma vida na lata do lixo.

Advogado em construção

Bem vindo ao blog!
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