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domingo, 8 de janeiro de 2012

Privataria Tucana

Fonte/: Stephen Kanitz - Artigos e Comentários
Por que Não Deram Direito de Voto na Desestatização Tucana?
Posted: 02 Jan 2012 10:00 AM PST
Images (64)Aqui temos uma boa pergunta para ser feita na CPI da Privataria.
Por que não deram o Direito de Voto aos 83% de Brasileiros que possuíam na época ações da Telebras e Vale do Rio Doce?
Por que insistiram em vender os 17% que o Estado possuía destas empresas, e dava controle?
Por que nenhum jornalista econômico e economista brasileiro comentou isto na época?
Não é a censura que fazem do livro do Amaury, 20 anos depois, que é um escândalo.
É a censura feita na época que é um escândalo.
Por que Paulo Henrique Amorim não noticiou que 83% dos acionistas não votaram nas suas assembleias de acionistas a favor da venda das empresas que eram deles?
83% dos acionistas não puderam opinar, somente os três economistas que são objeto do livro.
Por que a imprensa não tem compromisso com a verdade, somente um blog e outro escondidos na globosfera?

Isto não parecia estranho para os jornalistas na época? Pelo jeito, nem agora.
O que estamos presenciando é uma caça ao Serra.
E não um movimento em prol da anulação das "privatizações" porque foram feitas a revelia do setor privado que detinha 83% das ações das empresas vendidas.
As desestatizações deveriam ser anuladas porque 83% dos acionistas não votaram.
O Estado deverá pagar de volta o "ágio de controle" que recebeu daqueles que compraram os 17%.
Nenhum jornalista, na época, achava estranho que O Estado controlasse a Telebras com somente 17% dos votos?
Pior que não, a maioria não é formada em administração, e só ouvem economistas que achavam isto normal.
Em vez de termos um Daniel Dantas controlando uma Telefonica com somente 6% do capital (tinham várias holdings, empréstimos e apoio do CitiBank), nós não tucanos teríamos devolvido o controle para os 83% de acionistas de fato.
Teríamos também terminado a obrigatoriedade do Consumidor ser Capitalista ao mesmo tempo, o que ainda ocorre no setor elétrico brasileiro e na Petrobras.
O que os economistas do PSDB fizeram foi manter a ditadura do Bloco de Controle, que perdura até hoje.
Mantiveram as ações sem direito de voto, agora na mão de economistas como Daniel Dantas e outros.
Venderam caro este bloco de controle, três vezes mais do que o valor em Bolsa na época.
Mendonça de Barros me assegurou que sabia de tudo isto que estou escrevendo, mas que o Ministério Público não teria permitido não vender o bloco de controle pelo preço máximo.
Ele achava que seria processado por não defender os interesses do Estado.
Que o Ministério Público exige "maximizar" o lucro do Estado.
Talvez ele tivesse razão, mas eu acho que poderíamos ter convencido o Ministério Público que devolver o direito de voto aos que pagaram R$ 10.000,00 era do interesse do Estado, e seria até uma obrigação constitucional.
Com a palavra o Ministério Público.
O verdadeiro escândalo é que brasileiros não ficam sabendo de tudo isto pela imprensa brasileira, que a roubalheira foram estes 100 bilhões de reais que o povo pagou para ter telefone, quando agora é zero.
Que o escândalo é que o Estado controle empresas como a Petrobras, tendo a minoria das ações da empresa.
A imprensa nem faz isto por mal. É que nossos jornalistas não entendem nada de empresas, capitalismo de estado, capitalismo democrático, somente economia por osmose de tanto entrevistar os mesmos economistas de sempre.
Se você quer tornar este país justo e democrático, se você quer eliminar a exclusão social nos demais setores deste país, se você quer que todos os brasileiros tenham o direito de voto, se você quer um país bem administrado e eficiente, eis o que você deve fazer.
Estude administração de empresas, faça um MBA se você é um advogado, engenheiro, médico, jornalista com um mínimo de espírito cívico e empreendedor.
Entenda como fazer deste país um lugar melhor para os seus filhos, e não este mundo de blocos de controle, corrupção, ineficiência, corporativismo e favoritismo classista.
Seus filhos irão agradecer.

A Privataria Tucana

Fonte: Stephen Kanitz - Artigos e Comentários

Sobre o Livro "Privataria Tucana"
Posted: 18 Dec 2011 12:51 PM PST
Livro de AmauryFenômeno Editorial, se esgotou no primeiro dia, vende mais do que o livro do Steve Jobs.
Trata de "privatização no Brasil, comandada pelo governo tucano, foi a maior roubalheira da história da república" e sobre a pechincha da venda da Vale
A primeira falha do livro, é que a Telebrás e a Vale não foram privatizadas.
Isto mesmo pessoal.
Elas já eram empresas privadas, 83% das ações pertenciam ao setor privado.
No caso da Telebrás, a todos os brasileiros que compraram linhas telefônicas por R$ 10.000 a linha a preço de hoje, e recebiam ações da Telebras ou Telesp em troca.
Portanto a Telebrás e Vale não foram "vendidas" pelos tucanos.
Somente 17% destas empresas é que foram vendidas, o bloco de controle.
Algo, que quero adiantar, eu e nenhum administrador teria feito. Falarei sobre isto no final.
Mas típico do Capitalismo de Estado, estes 83% de ações não tinham direito a voto, somente os 17%, chamado bloco de controle.
Este "bloco de controle" foi vendido a um preço 3 vezes superior ao preço de mercado, 3 vezes o preço de Bolsa na época, o preço das açoes sem direito de voto.Longe de ser uma roubalheira, foi um excelente negócio para o governo. Venderam a preço de ouro justamente porque era os 17% que davam o controle.
O resto do setor privado que tinham ações sem direito de voto, ficaram a ver navios.
Por isto, nós administradores do Novo Mercado, lutamos e conseguimos o Tag Along.
Hoje, os tucanos não poderiam fazer este truque com o povo brasileiro.
Mas verdadeira roubalheira está no fato de que no Capitalismo de Estado cada linha telefonica custar R$ 10.000,00.
Multiplique isto pelos 10 milhões de usuários foram R$ 100 bilhões que foram pelo ralo. A Telebrás na época estava quebrada por isto decidiram desestatizá-la.
Que os Tucanos são pancadas, não há a menor dúvida, até FHC usa o termo Privatização, quando deveria usar Desestatização, que para quem vende fica muito mais defensável.
Como se pagava estes R$ 10.000 adiantado, para que a Estatal pudesse ter dinheiro para levar uma linha de telefone até a sua casa, e como boa parte do dinheiro sumiu, a Telebrás não tinha mais como cumprir seus contratos, e decidiram se livrar do abacaxi.
Vender uma empresa ineficiente, quebrada, que devia um monte de linhas de telefônica para a qual não tinha mais como entregrar, não é delapidar o patrimonio da União, nem roubalheira.
Roubalheira foi tirar R$ 100 bilhões do povo brasileiro para colocar 10 milhões de linhas, o que hoje o Capitalismo Democrático colocou 200 milhões de linhas por muito menos.
Fim da tese do livro.
Agora a verdadeira questão é essa.
Porque o Estado teve que vender 83% destas empresas ?
E porque jornalistas como ficaram quietos quando 83% foram vendidos, e só chiaram quando 17% foi vendido ?
Porque nossos jornalistas econômicos não chiaram quando 83% destas empresas foram "privatizadas", vendendo ações sem direito a voto?
E só chiaram quando os 17% que controlavam os 83% de forma ditatorial e anti democrática foram vendidos.
Todos os jornalistas compraram seus telefones por R$ 10.000,00 com bom grado,e sabiam que eram agora sócios privados da Telebrás.
Todos os jornalistas da época sabiam que estas ações não tinham direito de voto, e acharam isto absolutamente normal.
Se o Brasil tivesse na mão de administradores na época e não economistas, nós não teríamos vendido os 17% do bloco de controle.
Nós teríamos dado o direito de voto aos 83% de acionistas da empresa, pondo fim a ditadura do Capitalismo de Estado.
Os 83% teriam elegidos administradores profissionais brasileiros, a Telebrás seria hoje uma empresa nacional, e o governo teria o beneficio da melhoria de eficiência e valorização dos seus 17%.
O Estado seria o maior acionista, teria assento no conselho, mas a administração seria eficiente, e teria feito a mesma coisa que as empresas desestatizadas fizeram.
Dos 10 milhões de linhas telefônicas passaríamos aos 200 milhões que temos hoje, mas teríamos ainda uma empresa brasileira, forte, não pulverizada, de classe mundial.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Livro gera pedido de CPI e audiência pública na Câmara dos Deputados e Midia não sabe o que fazer com o livro “Privataria tucana”

Dica do Reginaldo King.

O livro "A Privataria Tucana", de Amaury Ribeiro, começa a ter impactos concretos em Brasília. O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), recebeu um pedido de abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para apurar os supostos casos de lavagem de dinheiro e a realização de uma audiência pública para debater as denúncias.

Estarrecido com as denúncias, Brizola Neto (PDT-RJ) foi à tribuna da Câmara para pedir ao seu partido que consiga mais assinaturas para o pedido de CPI.

“No livro, só de documentos, são mais de 100 páginas, que mostram claramente o que aconteceu durante o processo de privatizações do governo Fernando Henrique”, atacou o parlamentar.

O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) também não deixou barato. Foi ele quem pediu a realização de audiências públicas para apurar as denúncias feitas pelo jornalista.

"O parlamento brasileiro não pode silenciar diante de indícios tão significativos de crimes contra o patrimônio público", ressaltou o deputado, no pedido feito a Marco Maia.


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Midia não sabe o que fazer com o livro “Privataria tucana”

Um curioso espírito de ordem unida baixou sobre a Rede Globo, a Editora Abril, a Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e outros. Ninguém fura o bloqueio da mudez, numa sinistra brincadeira de “vaca amarela” entre senhores e senhoras respeitáveis. Como ficarão as listas dos mais vendidos, escancaradas por jornais e revistas? Ignorarão o fato de o livro ter esgotado 15 mil exemplares em 48 horas?

Há uma batata quente na agenda nacional. A mídia e o PSDB ainda não sabem o que fazer com A privataria tucana, de Amaury Ribeiro Jr. A cúpula do PT também ignora solenemente o assunto, assim como suas principais lideranças. O presidente da legenda, Rui Falcão, vai mais longe: abriu processo contra o autor da obra, por se sentir atingido em uma história na qual teria passado informações à revista Veja. O objetivo seria alimentar intrigas internas, durante a campanha presidencial de 2010. A frente mídia-PSDB-PT pareceria surreal meses atrás.

Três parlamentares petistas, no entanto, usaram a tribuna da Câmara, nesta segunda, para falar do livro. São eles Paulo Pimenta (RS), Claudio Puty (PA) e Amaury Teixeira (BA). O delegado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) começa a colher assinaturas para a constituição de uma CPI sobre os temas denunciados no livro. Já o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) indagou: “Nenhum jornalão comentou o procuradíssimo livro A privataria tucana. Reportagens sobre corrupção têm critérios seletivos?”

O silêncio dos coniventes - O silêncio maior, evidentemente, fica com os meios de comunicação. Desde o início da semana passada, quando a obra foi para as livrarias, um manto de silêncio se abateu sobre jornais, revistas e TVs, com a honrosa exceção de CartaCapital.

As grandes empresas de mídia adoram posar de campeãs da liberdade de expressão. Acusam seus adversários – aqueles que se batem por uma regulamentação da atividade de comunicação no Brasil – de desejarem a volta da censura ao Brasil.

O mutismo sobre o lançamento mais importante do ano deve ser chamado de que? De liberdade de decidir o que ocultar? De excesso de cuidado na edição?

Um curioso espírito de ordem unida baixou sobre a Rede Globo, a Editora Abril, a Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e outros. Ninguém fura o bloqueio da mudez, numa sinistra brincadeira de “vaca amarela” entre senhores e senhoras respeitáveis. Que acordo foi selado entre os grandes meios para que uma das grandes pautas do ano fosse um não tema, um não-fato, algo inexistente para grande parte do público?

Comissão da verdade - Privatização é um tema sensível em toda a América Latina. No Brasil, uma pesquisa de 2007, realizada pelo jornal O Estado de S. Paulo e pelo Instituto Ipsos detectou que 62% da população era contra a venda de patrimônio público. Nas eleições de 2006, o assunto foi decisivo para a vitória de Lula (PT) sobre Geraldo Alckmin (PSDB).

Que a imprensa discorde do conteúdo do livro, apesar da farta documentação, tudo bem. Mas a obra é, em si, um fato jornalístico. Revela as vísceras de um processo que está a merecer também uma comissão da verdade, para que o país tome ciência das reais motivações de um dos maiores processos de transferência patrimonial da História.

Como ficarão as listas dos mais vendidos, escancaradas por jornais e revistas? Ignorarão o fato de o livro ter esgotado 15 mil exemplares em 48 horas?

O expediente não é inédito. Há 12 anos, outra investigação sobre o mesmo tema – o clássico O Brasil privatizado, de Aloysio Biondi – alcançou a formidável marca de 170 mil exemplares vendidos. Nenhuma lista publicou o feito. O pretexto: foram vendas diretas, feitas por sindicatos e entidades populares, através de livreiros autônomos. O que valeria na contagem seriam livrarias comerciais.

E agora? A privataria tucana faz ótima carreira nas grandes livrarias e magazines virtuais.

Deu no New York Times - O cartunista Henfil (1944-1988) costumava dizer, nos anos 1970, que só se poderia ter certeza de algo que saísse no New York Times. Notícias sobre prisões, torturas, crise econômica no Brasil não eram estampadas pela mídia local, submetida a rígida censura. Mas dava no NYT. Aliás, esse era o título de seu único longa metragem, Tanga: deu no New York Times, de 1987. Era a história de um ditador caribenho que tomava conhecimento dos fatos do mundo através do único exemplar do jornal enviado ao seu país. As informações eram sonegadas ao restante da população.

Hoje quem sonega informação no Brasil é a própria grande mídia, numa espécie de censura privada. O título do filme do Henfil poderia ser atualizado para “Deu na internet”. As redes virtuais furaram um bloqueio que parecia inexpugnável. E deixam a mídia bem mal na foto…


Por Gilberto Maringoni * (Carta Maior)


domingo, 17 de julho de 2011

História das Assembléias de DEUS no Brasil

Acabei de ler "História das Assembléias de DEUS no Brasil.

Escrito pelo jornalista Emílio Conde, narra o início e a expansão da pregação pentecostal no Brasil.

Uma história que descreve o amor e o sacrifício, às vezes até a morte, de irmãos e irmãs que constituíram uma das maiores igrejas do mundo.

Para valorizarmos e entendermos o presente, é importante conhecermos o passado.

Vanderlei

domingo, 27 de fevereiro de 2011

A última carta do Tenente




Terminei de ler, com os olhos marejados, o livro "A última carta do tenente", escrito pelo William Douglas.

O livro, que tem um projeto gráfico bélissimo, utiliza como cenário, um acidente, ocorrido em agosto de 2000 com o submarino russo Kursk, que fez com que 118 marinheiros ficassem presos sem que houvesse tempo para salvá-los.


O cenário é real.

A obra é de ficção.

Mas a reflexão é sufocante.


Em minha opinião, leitura obrigatória.

Para comprar o livro acesse o link:

http://www.submarino.com.br/produto/1/21830184/a+ultima+carta+do+tenente?menuId=1060#


Obs: Em vez de filmes inspirados em personagens fúteis, porque não realizarem um filme inspirado neste livro?

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Noam Chomsky - 11 de Setembro.


Qual foi o impacto dos atendados sofridos pelos E.U.A em 11 de Setembro?
Este livro responde algumas perguntas e sugere outras. Gostei muito e recomendo.
Clique no link e veja um pequeno resumo. Mas, se possível, leia o livro.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Livros grátis na rede

Para quem gosta de ler. É muito fácil, basta clicar, baixar e ler.Boa leitura !!!!! Divulguem !!!

É só clicar no título pra ler...

A Divina Comédia -Dante Alighieri 1.
A Comédia dos Erros -William Shakespeare 2.
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa 3.
Dom Casmurro -Machado de Assis 4.
Cancioneiro -Fernando Pessoa 5.
Romeu e Julieta -William Shakespeare 6.
A Cartomante -Machado de Assis 7.
Mensagem -Fernando Pessoa 8.
A Carteira -Machado de Assis 9.
A Megera Domada -William Shakespeare 10.
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare 11.
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare 12.
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa 13.
Dom Casmurro -Machado de Assis 14.
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa 15.
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa 16.
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare 17.
A Carta -Pero Vaz de Caminha 18.
A Igreja do Diabo -Machado de Assis 19.
Macbeth -William Shakespeare 20.
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago 21.
A Tempestade -William Shakespeare 22.
O pastor amoroso -Fernando Pessoa 23.
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós 24.
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa 25.
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha 26.
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa 27.
O Mercador de Veneza -William Shakespeare 28.
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde 29.
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare 30.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis 31.
A Mão e a Luva -Machado de Assis 32.
Arte Poética -Aristóteles 33.
Conto de Inverno -William Shakespeare 34.
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare 35.
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare 36.
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões 37.
A Metamorfose -Franz Kafka 38.
A Cartomante -Machado de Assis 39.
Rei Lear -William Shakespeare 40.
A Causa Secreta -Machado de Assis 41.
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa 42.
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare 43.
Júlio César -William Shakespeare 44.
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente 45.
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 46.
Cancioneiro -Fernando Pessoa 47.
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional 48.
A Ela -Machado de Assis 49.
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa 50.
Dom Casmurro -Machado de Assis 51.
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho 52.
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 53.
Adão e Eva -Machado de Assis 54.
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo 55.
A Chinela Turca -Machado de Assis 56.
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare 57.
Poemas Selecionados -Florbela Espanca 58.
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo 59.
Iracema -José de Alencar 60.
A Mão e a Luva -Machado de Assis 61.
Ricardo III -William Shakespeare 62.
O Alienista -Machado de Assis 63.
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa 64.
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne 65.
A Carteira -Machado de Assis 66.
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa 67.
Senhora -José de Alencar 68.
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães 69.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis 70.
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca 71.
Sonetos -Luís Vaz de Camões 72.
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos 73.
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe 74.
Iracema -José de Alencar 75.
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa 76.
Os Maias -José Maria Eça de Queirós 77.
O Guarani -José de Alencar 78.
A Mulher de Preto -Machado de Assis 79.
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau 80.
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio 81.
A Pianista -Machado de Assis 82.
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa 83.
A Igreja do Diabo -Machado de Assis 84.
A Herança -Machado de Assis 85.
A chave -Machado de Assis 86.
Eu -Augusto dos Anjos 87.
As Primaveras -Casimiro de Abreu 88.
A Desejada das Gentes -Machado de Assis 89.
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa 90.
Quincas Borba -Machado de Assis 91.
A Segunda Vida -Machado de Assis 92.
Os Sertões -Euclides da Cunha 93.
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 94.
O Alienista -Machado de Assis 95.
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra 96.
Medida Por Medida -William Shakespeare 97.
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare 98.
A Alma do Lázaro -José de Alencar 99.
A Vida Eterna -Machado de Assis 100.
A Causa Secreta -Machado de Assis 101.
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia 102.
Divina Comedia -Dante Alighieri 103.
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós 104.
Coriolano -William Shakespeare 105.
Astúcias de Marido -Machado de Assis 106.
Senhora -José de Alencar 107.
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente 108.
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo 109.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis 110.
A 'Não-me-toques'! -Artur Azevedo 111.
Os Maias -José Maria Eça de Queirós 112.
Obras Seletas -Rui Barbosa 113.
A Mão e a Luva -Machado de Assis 114.
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco 115.
Aurora sem Dia -Machado de Assis 116.
Édipo-Rei -Sófocles 117.
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco 118.
Pai Contra Mãe -Machado de Assis 119.
O Cortiço -Aluísio de Azevedo 120.
Tito Andrônico -William Shakespeare 121.
Adão e Eva -Machado de Assis 122.
Os Sertões -Euclides da Cunha 123.
Esaú e Jacó -Machado de Assis 124.
Don Quixote -Miguel de Cervantes 125.
Camões -Joaquim Nabuco 126.
Antes que Cases -Machado de Assis 127.
A melhor das noivas -Machado de Assis 128.
Livro de Mágoas -Florbela Espanca 129.
O Cortiço -Aluísio de Azevedo 130.
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós 131.
Helena -Machado de Assis 132.
Contos -José Maria Eça de Queirós 133.
A Sereníssima República -Machado de Assis 134.
Iliada -Homero 135.
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco 136.
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco 137.
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões 138.
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage 139.
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa 140.
Anedota Pecuniária -Machado de Assis 141.
A Carne -Júlio Ribeiro 142.
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós 143.
Don Quijote -Miguel de Cervantes 144.
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne 145.
A Semana -Machado de Assis 146.
A viúva Sobral -Machado de Assis 147.
A Princesa de Babilônia -Voltaire 148.
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves 149.
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional 150.
Papéis Avulsos -Machado de Assis 151.
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos 152.
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós 153.
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós 154.
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis 155.
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias 156.
A Desejada das Gentes -Machado de Assis 157.
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho 158.
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra 159.
Almas Agradecidas -Machado de Assis 160.
Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós 161.
Contos Fluminenses -Machado de Assis 162.
Odisséia -Homero 163.
Quincas Borba -Machado de Assis 164.
A Mulher de Preto -Machado de Assis 165.
Balas de Estalo -Machado de Assis 166.
A Senhora do Galvão -Machado de Assis 167.
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós 168.
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis 169.
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu 170. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca 171.
Cinco Minutos -José de Alencar 172.
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida 173.
Lucíola -José de Alencar 174.
A Parasita Azul -Machado de Assis 175.
A Viuvinha -José de Alencar 176.
Utopia -Thomas Morus 177.
Missa do Galo -Machado de Assis 178.
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves 179.
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero 180.
Hamlet -William Shakespeare 181.
A Ama-Seca -Artur Azevedo 182.
O Espelho -Machado de Assis 183.
Helena -Machado de Assis 184.
As Academias de Sião -Machado de Assis 185.
A Carne -Júlio Ribeiro 186.
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós 187.
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar 188.
Antes da Missa -Machado de Assis 189.
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio 190.
A Carta -Pero Vaz de Caminha 191.
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca 192.
A mulher Pálida -Machado de Assis 193.
Americanas -Machado de Assis 194.
Cândido -Voltaire 195.
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift 196.
El Arte de la Guerra -Sun Tzu 197.
Conto de Escola -Machado de Assis 198.
Redondilhas -Luís Vaz de Camões 199.
Iluminuras -Arthur Rimbaud 200.
Schopenhauer -Thomas Mann 201.
Carolina -Casimiro de Abreu 202.
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde 203.
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha 204.
Memorial de Aires -Machado de Assis 205.
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto 206.
A última receita -Machado de Assis 207.
7 Canções -Salomão Rovedo 208.
Antologia -Antero de Quental 209.
O Alienista -Machado de Assis 210.
Outras Poesias -Augusto dos Anjos 211.
Alma Inquieta -Olavo Bilac 212.
A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães 213.
A Semana -Machado de Assis 214.
Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto 215.
A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo 216.
Esaú e Jacó -Machado de Assis 217.
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões 218.
História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos 219.
A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis 220.
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos 221.
Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto 222.
Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente 223.
A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo 224.
Confissões de uma Viúva -Machado de Assis 225.
As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis 226.
O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca 227.
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves 228.
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo 229.
Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo 230.
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães 231.
Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana 232.
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto 233.
A Bela Madame Vargas -João do Rio 234.
Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud 235.
Cinco Mulheres -Machado de Assis 236.
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro 237.
O Cortiço -Aluísio Azevedo 238.
RELIQUIAE -Florbela Espanca 239.
Minha formação -Joaquim Nabuco 240.
A Conselho do Marido -Artur Azevedo 241.
Auto da Alma -Gil Vicente 242.
345 -Artur Azevedo 243.
O Dicionário -Machado de Assis 244.
Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto 245.
A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis 246.
AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior 247.
Cinco minutos -José de Alencar 248.
Lucíola -José de Alencar 249.
Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo 250.
A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa 251.
A Alegria da Revolução -Ken Knab 252.
O Ateneu -Raul Pompéia 253.
O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto 254.
Ayres e Vergueiro -Machado de Assis 255.
A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio 256.
Noite de Almirante -Machado de Assis 257.
O Sertanejo -José de Alencar 258.
A Conquista -Coelho Neto 259.
Casa Velha -Machado de Assis 260.
O Enfermeiro -Machado de Assis 261.
O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde 262.
Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo 263.
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo 264.
Poemas -Safo 265.
A Viuvinha -José de Alencar 266.
Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco 267.
Contos para Velhos -Olavo Bilac 268.
Ulysses -James Joyce 269.
13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho 270.
Cícero -Plutarco 271.
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves 272.
Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis 273.
As Religiões no Rio -João do Rio 274.
Várias Histórias -Machado de Assis 275.
A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht 276.
Bons Dias -Machado de Assis 277.
O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac 278.
A Capital Federal -Artur Azevedo 279.
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães 280.
As Forças Caudinas -Machado de Assis 281.
Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco 282.
Balas de Estalo -Machado de Assis 283.
AS VIAGENS -Olavo Bilac 284.
Antigonas -Sofócles 285.
A Dívida -Artur Azevedo 286.
Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira 287.
Uns Braços -Machado de Assis 288.
Ubirajara -José de Alencar 289.
Poética -Aristóteles 290.
Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha 291.
A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht 292.
Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis 293.
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo 294.
Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis 295.
Via-Láctea -Olavo Bilac 296.
O Mulato -Aluísio de Azevedo 297.
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós 298.
Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves 299.
A Pata da Gazela -José de Alencar 300.
BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado 301.
Vozes d'África -Antônio Frederico de Castro Alves 302.
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida 303.
O que é o Casamento? -José de Alencar 304.
A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht 305.
A Casa Fechada -Roberto Gomes Ribeiro 306.
As Asas de um Anjo (Comédia) -José de Alencar 307.
Béatrix -Honoré de Balzac 308.
Diva -José de Alencar 309.
A Melhor Amiga -Artur Azevedo 310.
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro 311.
CONTOS AVULSOS -Alcântara Machado 312.
Poemas Humorísticos e Irônicos -João da Cruz e Sousa 313.
Cantiga de Esponsais -Machado de Assis 314.
Quincas Borba -Machado de Assis 315.
Brincar com fogo -Machado de Assis 316.
Helena -Machado de Assis 317.
Dentro da noite -João do Rio 318.
O Livro da Lei -Aleister Crowley 319.
Caramuru: poema épico do descobrimento da Bahia -José de Santa Rita Durão 320.
Conto de Escola -Machado de Assis 321.
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida 322.
Poemas Malditos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo 323.
Ao Entardecer (contos vários) -Visconde de Taunay 324.
Felicidade pelo Casamento -Machado de Assis 325.
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo 326.
Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga 327.
O Mulato -Aluísio de Azevedo 328.
Farsa do Velho da Horta -Gil Vicente 329.
Amor com Amor se Paga -Joaquim José da França Júnior

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